
Em 2021, durante a pandemia, recebe novo aporte financeiro agora do Fundo Municipal de Cultura de Sto André, para ampliar a pesquisa, incluindo gestores públicos, ONGs e demais atores que fortalecem o uso do cambuci como gerador de trabalho e renda em Paranapiacaba. Nesta fase, o cambuci, patrimônio imaterial de Santo André, conduz a escrita das memórias afetivas das pessoas da vila pela fruta, e das práticas cotidianas e políticas culturais que fortalecem a troca de saberes e a economia da cultura. A pesquisa também aborda a criação do Festival do Cambuci, marco na união entre turismo gastronômico e valorização da fruta serrana.
O livro terá cerca de 120 páginas, com tiragem de 600 exemplares, reunindo relatos de integrantes do Grupo Caminhos do Cambuci, do Instituto Auá que criou a Rota do Cambuci e de outros coletivos que mantêm viva a tradição na Feira do Cambuci, realizada semanalmente no Antigo Mercado de Paranapiacaba.
O lançamento contará com a produção de receitas presentes na publicação, celebrando o sabor e a memória que o cambuci guarda em cada história.

